As cores são os principal elemento de identificação e significação. Isto, porque a interpretação das cores vai além do entendimento alfabético. Mesmo uma pessoas que não sabe ler ou escrever, sabe o que é vermelho e verde e consegue saber quando pode atravessar a rua ou não. Essa capacidade de ser assimilada com facilidade é o que leva as cores a serem uma ferramenta mercadológica muito importante.

No post A busca por informações no processo de decisão de compra, vimos que a decisão de compra pode ser tomada rapidamente quando o consumidor recebe um impulso forte o suficiente para convencê-lo à comprar e as cores estão diretamente ligadas à este processo.

As cores utilizadas nas marcas e nas embalagens dos produtos podem ser o fator que fará com que seu produto se destaque entre os demais, no ponto de venda. Então, durante a definição das cores da identidade visual de sua marca, alguns cuidados devem ser levados em consideração. A seleção da cor para uma marca deve ir ao encontro do perfil do consumidor, da região, da classe social e muitos outros fatores, como aspectos culturais e psicológicos, como podemos ver no livro de Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos, Psicodinâmica das cores em comunicação.

Longe de definirmos padrões inquestionáveis dos uso das cores, mas listamos algumas relações estudas por Jean-Paul Favre e Andre November, no livro Color and und et Communication de 1979, que apontam algumas relações comuns entre cores e sensações:

Em um estudo do psicólogo J. Bamz, no livro Arte y Ciencia del Color (1976), ele aponta também as preferências de cores em relação à idade.

Psicologia das cores. Figura: Designed by Freepik.com
Psicologia das cores. Figura: Designed by Freepik.com